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	<title>BidWeb</title>
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	<description>Mais segurança para sua empresa.</description>
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		<title>Análise: Solução Meraki e sua controladora Wireless na nuvem</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 15:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Análise da solução wireless da Meraki que trabalha com o conceito da computação na nuvem para a configuração e gerenciamento dos equipamentos. Há três ou quatro anos ouvi pela primeira vez falarem em Meraki, empresa cujo um dos donos é &#8230; <a href="http://www.bidweb.com.br/site/analise-solucao-meraki-e-sua-controladora-wireless-na-nuvem/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Análise da solução wireless da Meraki que trabalha com o conceito da computação na nuvem para a configuração e gerenciamento dos equipamentos.</strong><span id="more-1219"></span></p>
<p align="justify">Há três ou quatro anos ouvi pela primeira vez falarem em <a href="http://meraki.com/" target="_blank">Meraki</a>, empresa cujo um dos donos é o Google. Na época procurávamos uma solução wireless que oferecesse recursos intermediários, simples de administrar, e com um preço acessível. Infelizmente não havia representantes no Brasil, e não pude testar a solução que parecia interessante.</p>
<p align="justify">Mas eis que recentemente tive acesso a dois access-points (<a href="http://meraki.com/products/wireless/mr12" target="_blank">MR12</a> e <a href="http://meraki.com/products/wireless/mr16" target="_blank">MR16</a>) e sua gerencia, NA NUVEM.</p>
<p><div id="attachment_1220" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.bidweb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/Meraki-MR12-e-MR16.jpg"><img class="size-medium wp-image-1220" title="Meraki-MR12-e-MR16" src="http://www.bidweb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/Meraki-MR12-e-MR16-300x161.jpg" alt="Meraki MR12 e MR16" width="300" height="161" /></a><p class="wp-caption-text">Meraki MR12 e MR16</p></div>
<p align="justify">Na solução da Meraki a controladora fica remota, e o cliente não precisa adquirir um hardware para fazer a administração centralizada de seus access-points. Obviamente, os access-points precisam chegar até a controladora, que está na Internet.</p>
<p align="justify">Estes access-points (MR12 e MR16) são para uso indoor, contam com antenas integradas e podem trabalhar conectados a rede, via cabo UTP, ou fazer o Mesh, onde um ap se associa a outro via wireless.</p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong>Primeiro acesso</strong></span></p>
<p align="justify">Diferente do<span style="font-size: medium;"> que pode parec</span>er, fazer com que os access-points se associem a controladora é extremamente fácil. Depois de criar um usuário no site da Meraki, basta selecionar a rede onde você vai instalar os access-points e informar o número da compra ou o número de série.</p>
<p align="justify">Depois disso você tem acesso a dashboard de administração, extremamente intuitiva. Ainda há perfis de redes já configurados. Se quiser você pode editar um destes perfis (mudando o nome e senha da rede, por exemplo) e habilitá-lo.</p>
<p align="justify"><a href="http://www.bidweb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/Meraki-Config-Overview2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1225" title="Meraki-Config-Overview" src="http://www.bidweb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/Meraki-Config-Overview2-300x135.jpg" alt="" width="300" height="135" /></a></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-size: x-small;">Funcionalidades</span></strong></p>
<p align="justify">Todas as funcionalidades básicas estão presentes, e também outras mais avançadas.</p>
<p align="justify">Há criptografia WEP, WPA/WPA2, com pre-shared e 802.1x, integração com servidor Radius local ou remoto (da Meraki), white e black list de MAC address e ainda suporte a VLAN. Isso atende boa parte das necessidades das redes sem fio.</p>
<p align="justify">É possível escolher quais SSIDs estarão habilitados em quais access-points, bem como horário de funcionamento da rede. Os access-points podem escolher o melhor canal para trabalhar e também podemos definir se é para usar a potência máxima ou não.</p>
<p align="justify">Saindo do básico, ainda é possível fazer regras de firewall, camada 3 (baseada em porta) e camada 7. O filtro de camada 7 conta com uma pequena lista de URLs, divididas em 9 categorias, mas também é possível cadastrar URLs manualmente de acordo com sua necessidade.</p>
<p align="justify"><a href="http://www.bidweb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/Meraki-Conf-Firewall.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1227" title="Meraki-Conf-Firewall" src="http://www.bidweb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/Meraki-Conf-Firewall-300x145.jpg" alt="" width="300" height="145" /></a></p>
<p align="justify">É simples, mas pode ser útil em redes com poucos usuários, ou onde não querem investir em uma solução dedicada de filtro de conteúdo.</p>
<p align="justify">Também podemos fazer traffic shaping por SSID e habilitar a opção Network Access Control, onde o usuário só tem acesso a rede se tiver um antivírus instalado.</p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong>Planta e Portal de Autenticação</strong></span></p>
<p align="justify">A solução também permite que seja feito o upload da planta, e assim visualizar onde estão os access-points e quantos usuários estão associados em cada um.</p>
<p align="justify"><a href="http://www.bidweb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/Meraki-Monitor-Maps.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1229" title="Meraki-Monitor-Maps" src="http://www.bidweb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/Meraki-Monitor-Maps-300x145.jpg" alt="" width="300" height="145" /></a></p>
<p align="justify">E para completar é possível configurar a rede para que a autenticação seja realizada através de um portal (solução normalmente usada para redes de visitantes).</p>
<p align="justify">Você pode criar o usuário que acessará a rede e definir o tempo de validade deste usuário. Ou, também é possível, deixar que o próprio usuário se cadastre. Neste caso um email é enviado para o administrador, que precisa habilitar o usuário.</p>
<p align="justify"><a href="http://www.bidweb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/Meraki-Splash-Page.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1230" title="Meraki-Splash-Page" src="http://www.bidweb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/Meraki-Splash-Page.jpg" alt="" width="550" height="264" /></a></p>
<p align="justify">Para finalizar, ainda é possível criar um portal onde o usuário precisam pagar para acessar a rede. Basta você informar seu usuário PayPal e pronto. O usuário paga com o cartão de crédito, para a Meraki, e a Meraki te repassa uma vez ao mês (precisa ter arrecadado pelo menos $ 20,00).</p>
<p align="justify">Simples e funcional.</p>
<p align="justify">Fonte: (André Ortega) &#8211; <a href="http://www.brainwork.com.br/blog/author/andreortega/">http://www.brainwork.com.br/blog/author/andreortega/</a></p>
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		<title>Brasileiros criam vírus &#8220;chupa cabra&#8221;</title>
		<link>http://www.bidweb.com.br/site/p1208/</link>
		<comments>http://www.bidweb.com.br/site/p1208/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 12:14:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.bidweb.com.br/site/?p=1208</guid>
		<description><![CDATA[Brasileiros Desenvolvem vírus &#8220;Chupa Cabra&#8221; para clonar cartões Em vez de instalar um dispositivo físico nas máquinas que leem cartões, crackers criaram malware que copia os dados e os envia para os bandidos. Cibercriminosos brasileiros conseguiram mais um &#8220;avanço&#8221; em termos &#8230; <a href="http://www.bidweb.com.br/site/p1208/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Brasileiros Desenvolvem vírus &#8220;Chupa Cabra&#8221; para clonar cartões</h2>
<p><span id="more-1208"></span></p>
<div>
<div>
<p style="text-align: justify;">Em vez de instalar um dispositivo físico nas máquinas que leem cartões, crackers criaram malware que copia os dados e os envia para os bandidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Cibercriminosos brasileiros conseguiram mais um &#8220;avanço&#8221; em termos de malware projetado para roubar dados financeiros. A novidade é o &#8220;Chupa Cabra&#8221; – um código malicioso desenvolvido para copiar e transmitir informações de cartões de débito e crédito a partir das leitoras de cartões presentes em lojas, supermercados e postos de gasolina, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Instalar um aparelho chupa-cabra físico em um caixa eletrônico é arriscado&#8221;, escreve o pesquisador Fabio Assolini no blog da Kaspersky Lab. &#8220;É por isso que carders brasileiros uniram forças com programadores locais para desenvolver uma maneira mais fácil e mais segura para roubar e clonar cartão de crédito&#8221;, disse. Carders são criminosos especializados na clonagem de cartões.</p>
<p style="text-align: justify;">É aí que entra o vírus. Instalado no micro onde as leitoras (PIN pads) são conectadas, ele intercepta a comunicação da leitora com o software de pagamento e envia as infos para o cibercriminoso. Inserir um malware em um PC é mais simples do que trocar a leitora ou colocar algum aparelho extra nela.</p>
<p style="text-align: justify;">O malware foi detectado pela primeira vez no Brasil em dezembro de 2010 como Trojan-Spy.Win32.SPSniffer, e tem 4 variantes (A, B, C e D). O programa vem sendo  negociado cibercriminosos brasileiros (os Rauls) por 5 mil dólares, conta o analista. Ele explica que estes Trojans são altamente especializados e miram metas específicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Assolini diz que os leitores de cartão são protegidos com recursos de hardware e de software para criptografar as informações do cartão e a senha digitada, mas estes dispositivos estão sempre conectados a um computador via conexão USB ou serial. Segundo ele, leitores &#8220;mais velhos e ultrapassados, ainda usados ​​no Brasil&#8221;, são vulneráveis justamente ​​neste ponto.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://idgnow.uol.com.br/Members/renato.rodrigues/208193373.png" alt="Chupa_cabras" width="299" height="160" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em><sup>Trecho do malware traz o termo &#8220;Robin Hood&#8221;</sup></em></p>
<p style="text-align: justify;">Os principais dados do cartão, como número, nome e código de segurança, não são codificados em dispositivos antigos, sendo transmitidos em texto simples (simple text). O malware intercepta essa transmissão e a envia para o cibercriminoso.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com ele, as empresas de cartão de crédito, avisadas do problema, começaram a fazer updates do firmware das leitoras antigas, de modo a proteger os dados.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/">http://idgnow.uol.com.br</a></p>
<p>
<div id="fb-root"></div>
<p><script>(function(d, s, id) {
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</div>
</div>
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		<title>Governos se preparam para ciberguerra</title>
		<link>http://www.bidweb.com.br/site/p1196/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 20:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ O Japão anunciou ter desenvolvido um vírus capaz de desarmar sistemas de ataque de outros países. Dez anos atrás, vírus e malwares eram desenvolvidos por estudantes curiosos e vândalos querendo saber a extensão dos danos que podiam causar. Mas rapidamente &#8230; <a href="http://www.bidweb.com.br/site/p1196/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> <strong>O Japão anunciou ter desenvolvido um vírus capaz de desarmar sistemas de ataque de outros países.<span id="more-1196"></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dez anos atrás, vírus e malwares eram desenvolvidos por estudantes curiosos e vândalos querendo saber a extensão dos danos que podiam causar. Mas rapidamente a prática se tornou comum entre criminosos, que criaram a maior parte das ameaças ao perceber que era possível obter lucro com elas.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora é a vez dos governos. Uma ciberguerra financiada pela iniciativa pública é uma preocupação crescente conforme os países aumentam se arsenal de armas virtuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Engenheiros do departamento de Defesa do Japão, por exemplo, anunciaram que desenvolveram um vírus que consegue ratrear, identificar e desarmar sistemas de ataque. A ameaça começou a ser criada há três anos e por enquanto foi testada apenas em redes próximas, segundo informações do jornal japonês Daily Yomiuri.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia de usar vírus para impedir ataques iminentes não é nova. Seguindo o malware Code Red de 2001, várias ameaças – entre elas o Code Blue e o Code Green – foram enviadas para sistemas vulneráveis a infecções. O Code Green até tentou limpar sistemas contaminados com a primeira ameaça.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com especialistas, a partir de 2005 o governo dos Estados Unidos começou a investir em programas e ameaças robustos o suficiente para travar uma ciberguerra. As ferramentas variam de botnets para exploração de sofwares até malwares poderosos. Atualmente, a maior parte dos países mais desenvolvidos são suspeitos de ter ou anunciaram possuir ofensivas virtuais como essas.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos afirmam que o <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/11/30/reator-nuclear-do-ira-foi-atingido-pelo-worm-stuxnet-afirma-reuters/">malware Stuxnet</a>, com ou sem a ajuda de Israel, é uma criação do governo dos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Quando se trata de guerras entre nações, defesas automatizadas fazem sentido&#8221;, disse o diretor de pesquisas da Spire Security Pete Lindstrom. &#8220;Os seres humanos não podem igualar a escala de respostas que os computadores conseguem atingir.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, se os governos começarem a lançar em grande quantidade respostas eletrônicas para ataques, como vírus e malwares, para neutralizar um ataque, ou a promover ofensivas de negação de serviço (DDoS) para derrubar sites de adversários, as empresas precisarão se preparar melhor para potenciais de danos colaterais. &#8220;Uma vez liberada uma ameaça, ninguém sabe realmente o impacto que ela poderia ter sobre certos sistemas e redes.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Analista da empresa de segurança Securosis, David Mortman afirmou que os gerentes de TI de companhias de segurança precisam se preparar para todos tipos de ataques que vimos nas duas últimas décadas. &#8220;É improvável que vejamos novos vírus, DDoS, botnets, explorações de softwares e golpes de engenharia social&#8221;, declarou Mortman. &#8220;Mas é possível que vejamos o que já existe em maior escala. Essencialmente, para se proteger desses ataques, você precisa fazer tudo o que você já deve estar fazendo, isso é ter as defesas certas e planos em vigor para os tradicionais ataques e desastres. &#8220;<br />  </p>
<p style="text-align: justify;"><em>(George V. Hulme)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/">http://idgnow.uol.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>Retrospectiva 2011: os maiores ciberataques</title>
		<link>http://www.bidweb.com.br/site/p1168/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 12:56:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Maiores Ciberataques de 2011 &#160; Ameaças com origem em redes sociais e o uso da engenharia social foram os principais desafios de segurança online no ano, de acordo com a Bitdefender. A empresa de segurança digital BitDefender fez um &#8230; <a href="http://www.bidweb.com.br/site/p1168/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Os Maiores Ciberataques de 2011<span id="more-1168"></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ameaças com origem em redes sociais e o uso da engenharia social foram os principais desafios de segurança online no ano, de acordo com a Bitdefender.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa de segurança digital BitDefender fez um resumo dos maiores ciberataques ocorridos em 2011. Entre os principais problemas, o relatório destaca as ameaças das redes sociais e o uso de engenharia social.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Janeiro:</strong> os ataques baseados em redes sociais atingem os dispositivos móveis. Um ataque baseado na promessa de mostrar o estado de uma menina no Facebook, gerou 28 672 cliques, 24% dos quais vieram de plataformas móveis. Os usuários que clicaram no link, a partir do seu PC ou dispositivo móvel, descarregaram um worm e tornaram-se vítimas de uma fraude para ganhar dinheiro através do sistema Adword.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fevereiro:</strong> o Conficker liderou a lista dos vírus mais acivos do ano, mas a sua presença, ao longo dos meses, foi baixando até sumir do grupo de malware mais ativos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Março:</strong> o “likejacking” emergiu como uma nova ameaça nas redes sociais. Baseia-se em processo no qual um usuário, após clicar em um botão de “like” do Facebook acaba punlicando na sua página da rede social uma referência a um site diferente daquele a que pensava estar se referindo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Abril:</strong> uso de etiquetagem de eventos e fotos no Facebook, para fins nocivos. Os usuários são rotulados e associados com eventos e fotos com as quais não têm relação, e que incluem links para páginas de download de spam ou mesmo outros tipos de malware. As imagens e os eventos são publicados também na timeline do Facebook.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Maio:</strong> a morte de Bin Laden foi usada para infectar computadores com Trojans. Mensagens que diziam revelar imagens ou detalhes da morte do terrorista mais procurado do mundo serviam como isca para um novo ataque de engenharia social. Comentários nas redes sociais supostamente disponibilizam a vizualização de um vídeo no qual seria possível vê-lo morrer. Na verdade, os links serviam para o download de malware.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Junho:</strong> hackers atingem os gigantes dos videojogos. Menos de um dia depois do ataque à Sony, o mesmo grupo de hackers atingiu o sistema de segurança de outro fabricante de jogo eletrônicos, a Nintendo. No primeiro caso, usurparam dados como nomes, endereços, datas de nascimento, endereços de email, números de telefone ou senhas. Empresas que armazenam e processam os dados, passaram a tornar-se um alvo “acessível” para os criminosos durante alguns meses.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Julho:</strong> Jay Leno, celebridade de Hollywood tem o nome frequentemente mencionado no spam. Em Julho, uma análise realizada pela BitDefender em mais de 25 milhões de emails diz que Jay Leno é a celebridade “mais perigosa” na Internet. Depois de Leno, surgem Madonna e Cameron Diaz, como os nomes mais usados por criminosos virtuais como isco para levar os internautas a abrirem mensagens de spam.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agosto:</strong> 20 mil credenciais de funcionários de organizações governamentais dos Estados Unidos são revelados. Um hacker ativista revelou na Internet uma lista de 20 mil credenciais de autenticação, nomes, senhas e endereços de email pertencentes a “grandes empresas, governo e exército dos Estados Unidos”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Setembro:</strong> os cibercriminosos procuraram tirar vantagem do décimo aniversário da tragédia do 11 de Setembro. Um novo ataque de engenharia social usava várias frentes – email, Facebook e Twitter.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outubro:</strong> uma conferência de segurança foi usada para distribuir malware através do Twitter.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Novembro:</strong> o Facebook foi invadido por pornografia. Milhões de usuários tiveram sua timeline cheias de imagens pornográficas sem as terem publicado. A “epidemia” espalhou-se rapidamente através da rede social, fazendo com que seus líderes tivessem de pedir desculpas e rever a sua política de segurança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dezembro:</strong> até o momento, os “dialers” lideram a lista de infecções de plataformas Android. O programa malicioso foi concebido para enviar mensagens pagas desde os dispositivos móveis sem os donos percebam. Corresponde a quase 37% das infecções sofridas em dispositivos Android.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/">http://idgnow.uol.com.br</a></p>
<div> </div>
<p><div id="fb-root"></div>
<p><script>(function(d, s, id) {
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		</item>
		<item>
		<title>Chrome é o navegador mais seguro do mercado</title>
		<link>http://www.bidweb.com.br/site/chrome-e-o-navegador-mais-seguro-do-mercado/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 13:27:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.bidweb.com.br/site/?p=1156</guid>
		<description><![CDATA[Estudo aponta o navegador da Google (Chrome) como mais seguro &#160; Accuvant analisou também Internet Explorer e Firefox, e concluiu que browser da Google é o que possui as melhores ferramentas de proteção. Ainda que o momento do Firefox seja &#8230; <a href="http://www.bidweb.com.br/site/chrome-e-o-navegador-mais-seguro-do-mercado/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Estudo aponta o navegador da Google (Chrome) como mais seguro<span id="more-1156"></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">Accuvant analisou também Internet Explorer e Firefox, e concluiu que browser da Google é o que possui as melhores ferramentas de proteção.</h2>
<div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Ainda que o momento do Firefox seja cercado de incertezas, é preciso admitir que o mês do Chrome tem sido ótimo. Além de ter <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/12/01/chrome-supera-o-internet-explorer-e-agora-e-navegador-mais-utilizado-do-brasil/">ultrapassado</a> o rival, obtendo a segunda colocação no mercado de navegadores, o software foi eleito o mais seguro entre os três browsers mais populares.</p>
<p>“Chrome e Internet Explorer implantaram sistemas que coíbem explorações, e o Firefox está atrás por não contar com a ferramenta de endurecimento JTT”, diz o estudo, conduzido pela companhia de segurança Accuvant.</p>
<p>O programa da Google, além disso, possui sandbox, “implantado de forma compreensiva e inteligente”, o que o torna o “mais protegido contra ataques externos”, diz a empresa.</p>
<p>A pesquisa, é preciso ressaltar, foi patrocinada pela própria gigante das buscas, mas as ferramentas utilizadas estão <a href="http://www.accuvant.com/capability/accuvant-labs/security-research/browser-security-comparison-quantitative-approach">disponíveis</a> para que os próprios internautas façam seus testes.</p>
<p>Embora muitos comparativos valorizem relatórios de vulnerabilidades e listas de sites maliciosos bloqueados, a Accuvant preferiu atentar para técnicas que impedem invasões.<strong><br /></strong></p>
<p><strong>A análise</strong><br />Em cinco conceitos – correções de segurança, navegação segura, Sandbox, KIT e arquitetura para plugins – o Chrome tirou nota máxima, alegou a Accuvant. O IE ficou em segundo, por conta de deficiência no sandbox e no JIT, e o Firefox, em último, por falhar também na integração dessas duas ferramentas.</p>
<p>O Chrome ganhou pontos por ser o mais rápido nas atualizações. Seus patchs são liberados, na média, a cada 53 dias, enquanto que, no caso do Firefox, a cada 158. No Internet Explorer o número sobe para 214.</p>
<p>Os três softwares – que, juntos, representam 93% do mercado – foram analisados em computadores com o sistema Windows 7. A conclusão, de certa forma, vai na mesma direção que o evento hacker Pwn2Own, no qual o Chrome não foi <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/03/10/chrome-sai-ileso-de-desafio-hacker-mas-ie8-e-safari-nao-resistem/">batido</a> pelos desafiantes.</p>
<p>É verdade que há motivos <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2011/12/06/em-situacao-dificil-mozilla-lanca-video-reforcando-a-importancia-do-firefox/">ideológicos</a> para se manter com o Firefox, além, é claro, das suas qualidades como programa. Ele é um browser seguro e pode ficar ainda mais se baixado na versão desenvolvida pela empresa alemã Sirrix AG, chamada de <a href="http://www.sirrix.de/content/pages/57064.htm">BitBox</a>.</p>
<p>Ainda assim, quanto mais pesquisas são feitas, mais fica claro que, dentre os três principais navegadores, o Chrome é, de fato, a melhor escolha em se tratando de segurança.</p>
<p>(Katherine Noyes)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/">http://idgnow.uol.com.br</a></p>
</div>
</div>
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		<title>Allier e Bidweb firmam parceria para revenda em soluções Meraki</title>
		<link>http://www.bidweb.com.br/site/allier-e-bidweb-firmam-parceria-para-revenda-em-solucoes-meraki/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 12:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[A distribuidora de valor agregado Allier anunciou sua entrada no mercado de soluções wireless em nuvem com a adesão dos produtos da Meraki. “Começamos a importação dos primeiros equipamentos para o Brasil e já contamos com dois projetos que cabem &#8230; <a href="http://www.bidweb.com.br/site/allier-e-bidweb-firmam-parceria-para-revenda-em-solucoes-meraki/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A distribuidora de valor agregado Allier anunciou sua entrada no mercado de soluções wireless em nuvem com a adesão dos produtos da Meraki. “Começamos a importação dos primeiros equipamentos para o Brasil e já contamos com dois projetos que cabem os equipamentos da Meraki”, contou o diretor técnico da Allier, Louis Zechtzer. “Investimos 100 mil dólares para trazer os appliances para abrir o mercado”.</p>
<p style="text-align: justify;">O executivo explicou que realizou, junto ao corpo diretivo da distribuidora, uma pesquisa junto aos canais ativos sobre a adesão das soluções. “O resultado foi positivo”, afirmou o diretor. “Até o final de 2012 esperamos contar com 12 canais focados no desenvolvimento de negócios junto às soluções da Meraki. Em 2013 espero que sejam muitos outros”, brincou.</p>
<p style="text-align: justify;">Louis afirmou que a proximidade dos grandes eventos esportivos (Copa do Mundo e Olimpíadas) não influenciaram diretamente a escolha de soluções wireless. “Sabemos que muito têm sido dito sobre iluminar as cidades, mas escolhemos a Meraki principalmente pela necessidade de soluções deste tipo se produto em nosso portfólio, tendo em vista que há espaço para negócios no Brasil para esse segmento”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Vladmir Alem, gerente de desenvolvimento de negócios, cinco revendas já estão na mira da distribuição das soluções, sendo que três delas – AMSi (RJ), BidWeb (PE) e Alsar (DF) – ainda estão em negociação. “Mesmo com esses citados acima, o trabalho é ainda inicial, ou seja, estamos trabalhando para que estejam plenamente capacitados para operação a pleno vapor a partir de 2012”, disse Vladmir.</p>
<p style="text-align: justify;">“As margens serão trabalhadas para que os canais consigam ter operações rentáveis com a Meraki, e isso será uma máxima do nosso trabalho de desenvolvimento de canais, ou seja, ter uma oferta de alto nível de qualidade, associada a preços competitivos”, explicou o gerente, sem citar valores e números.</p>
<p style="text-align: justify;">Complementando a visão de Vladmir, Louis Zechtzer afirmou que “as margens serão extremamente competitivas, e muito próximas das que as outras fabricantes praticam com a Allier”. “Além disso, de acordo com os executivos da Meraki – que viram ao país no próximo mês -, uma porcentagem da venda será destinada à ações de marketing junto aos canais, para alavancar as vendas dos produtos”, complementou Louis.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto aos produtos da Meraki que serão agregados ao portfólio da Allier, Vladmir contou que a companhia vai trabalhar com toda a linha de produtos voltada para infraestrutura de redes WLAN, “incluindo dispositivos indoor, outdoor e também produtos voltados para hotzones”.</p>
<p style="text-align: justify;">Os projetos com as soluções da Meraki podem iniciar em torno de 2 mil dólares e chegar a centenas de milhares de dólares. “O mais relevante sobre o quesito preço é falarmos sobre o custo total de obtenção (TCO), que em média é 30 a 40% menor frente aos tradicionais players deste mercado – dado que importantes ativos vinculados a projetos estruturados de redes sem fio (as controladoras) foram colocadas numa nuvem licenciada como serviço (SaaS)”, explicou Vladmir.</p>
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		<title>Codificação avançada em trojans é usada na América Latina.</title>
		<link>http://www.bidweb.com.br/site/p1075/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 14:06:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Crackers brasileiros agora usam técnicas sofisticadas para esconder vírus De acordo com Dmitry Bestuzhev, analista da Kaspersky Lab, é a primeira vez que codificação avançada em trojans é usada na América Latina. Cibercriminosos brasileiros especializados em trojans bancários (vírus que roubam dados &#8230; <a href="http://www.bidweb.com.br/site/p1075/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: medium;">Crackers brasileiros agora usam técnicas sofisticadas para esconder vírus</span></strong><span id="more-1075"></span></h1>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Dmitry Bestuzhev, analista da Kaspersky Lab, é a primeira vez que codificação avançada em trojans é usada na América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">Cibercriminosos brasileiros especializados em trojans bancários (vírus que roubam dados financeiros) estão começando a criptografar o código malicioso usando uma sofisticada técnica, até então inédita na América Latina, capaz de tornar mais difícil a detecção por antivírus.</p>
<p style="text-align: justify;">Dmitry Bestuzhev, analista-sênior de malware para América Latina da Kaspersky Lab, fez a descoberta ao analisar um grupo de arquivos em links suspeitos circulando no Brasil nos últimos dias. Os arquivos continham vários arquivos disfarçados de imagens JPG.</p>
<p style="text-align: justify;"> A novidade é que os &#8220;coders&#8221; brasileiros estão usando um complexo método chamado block cipher. Em resumo, essa técnica criptografa grupos de bits, usando uma chave para decifrá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando usada em malwares executáveis, o padrão dificulta a detecção por meio de softwares de segurança. Links codificados em block cipher, por exemplo, podem ser baixados e analisados, mas não detectados como maliciosos. Se isso acontece muitas vezes, o link perigoso pode entrar para a chamada &#8220;lista branca&#8221; dos antivírus e browsers, e deixar de ser verificado.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, administradores de sites nos quais esses arquivos maliciosos estão hospedados não conseguem identificá-los, o que aumenta a permanência do perigo na web, diz o expert russo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele diz que os criadores desses vírus estão usando novos sites e novos malwares a cada dois dias. Bestuzhev acredita que, em breve, os cibercriminosos começarão a alterar o algoritmo de criptografia, o que irá complicar a detecção ainda mais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/">http://idgnow.uol.com.br</a></p>
<p><a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://www.bidweb.com.br/site/p1075/" data-count="none" data-via="bidweb">Tweet</a><script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script></p>
<p><div id="fb-root"></div>
<p><script>(function(d, s, id) {
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		<title>Trend Micro é líder do mercado de segurança em virtualização</title>
		<link>http://www.bidweb.com.br/site/trend-micro-e-declarada-a-lider-do-mercado-de-gerenciamento-de-seguranca-de-virtualizacao-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 20:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[A Trend Micro, líder global em segurança na nuvem, encabeça o mercado global de gerenciamento de segurança de virtualização, com participação estimada em 13%, de acordo com um recente relatório da Technavio. O relatório “Global Virtualization Security Management Solutions 2010-2014” &#8230; <a href="http://www.bidweb.com.br/site/trend-micro-e-declarada-a-lider-do-mercado-de-gerenciamento-de-seguranca-de-virtualizacao-2/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">A Trend Micro, líder global em segurança na nuvem, encabeça o mercado global de gerenciamento de segurança de virtualização, com participação estimada em 13%, de acordo com um recente relatório da Technavio. O relatório “Global Virtualization Security Management Solutions 2010-2014” (Soluções Globais de <span id="more-492"></span>Gerenciamento de Segurança de Virtualização de 2010 a 2014), publicado em maio de 2011, analisa o mercado de gerenciamento de segurança de virtualização e se aprofunda na oferta de soluções de segurança de virtualização aos usuários finais.</div>
<div style="text-align: justify;">De acordo com a Technavio, &#8220;o mercado global de soluções de gerenciamento de segurança de virtualização atingiu US$ 337,5 milhões em 2010 e tem crescimento esperado para US$ 1.573,5 bilhões até 2014. Isso significa uma taxa de crescimento anual (CAGR) de 46,9%&#8221;. Segundo o relatório, &#8220;o crescimento é esperado principalmente graças à adoção cada vez mais comum de servidores virtualizados, além do risco crescente sobre a virtualização&#8221;. Além disso, os pesquisadores apontaram que a Trend Micro, como resultado da aquisição da Third Brigade e de sua constante busca por inovação, possui &#8220;grande diversificação geográfica e uma excelente rede de parcerias com empresas líderes no mercado de tecnologia, como Microsoft, HP, Sun Microsystems etc&#8221;.</div>
<div style="text-align: justify;">&#8220;Nós observamos um índice impressionante de consolidação e virtualização em todas as empresas, especialmente em nossa crescente base de clientes&#8221;, disse John Maddison, gerente-geral executivo da Unidade de Negócios de Data Center da Trend Micro. “Nossos clientes corporativos já perceberam que não importa se os servidores são físicos ou virtuais, ou se estão dentro do data center corporativo ou em nuvem. Esses servidores e, mais importante, os dados precisam estar seguros e protegidos contra malware e ataques de hackers. A segurança de ambientes virtuais continua sendo uma grande prioridade para a Trend Micro, como prova nossa inovação constante e nossa clara liderança de mercado nessa área.&#8221;</div>
<div style="text-align: justify;">A Trend Micro tem várias soluções no seu portfólio para a segurança de servidores e de dados em ambientes virtualizados e em nuvem. Uma delas é o Trend Micro Deep Security, que oferece proteção avançada para servidores físicos, virtuais e em nuvem. O Deep Security supera os desafios de atender às necessidades de segurança e conformidade operacionais dos data centers dinâmicos de hoje em dia. Ele combina as capacidades de detecção e prevenção de intrusão, firewall, monitoramento da integridade, inspeção de logs e antimalware sem agente em uma única solução de software corporativa com administração centralizada para proteger os data centers dinâmicos. O Deep Security é a primeira e única solução de antivírus para o ambiente VMWare sem agente. Com isso a Trend Micro pode entregar segurança com maiores taxas de consolidação, melhor performance e gerenciamento</div>
<div style="text-align: justify;">Sobre a Trend Micro:</div>
<div style="text-align: justify;">Informações adicionais sobre a Trend Micro Incorporated e seus produtos e serviços estão disponíveis em www.trendmicro.com.br. Este novo release da Trend Micro e outros anúncios estão disponíveis em http://trendmicro.mediaroom.com/ e são parte de um feed de RSS em www.trendmicro.com/rss. Ou siga nossas notícias no Twitter em @TrendMicroBR.</div>
<div style="text-align: justify;">Trend Micro Incorporated, líder global em segurança em nuvem, proporciona a empresas e consumidores um mundo seguro para a troca de informações digitais, por meio da segurança para conteúdo na internet e gerenciamento de ameaças. Com mais de 20 anos de experiência, a empresa é pioneira em segurança para servidor. Nós oferecemos segurança altamente conceituada, baseada em cliente, servidor e em nuvem, que atende às necessidades de nossos consumidores e parceiros, impede ameaças mais rápido e protege dados em ambientes físicos, virtualizados e em nuvem. Potencializados pela infraestrutura Trend Micro Smart Protection Network, nossos produtos, serviços e segurança líderes na indústria de cloud-computing impedem a ação de ameaças de onde quer que elas surjam, na internet, com o apoio de mais de 1.000 especialistas em inteligência de ameaças em todo o mundo. Para informações adicionais, visite www.trendmicro.com.</div>
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		<item>
		<title>Trend Micro Classificada em Primeiro Lugar em Teste Antimalware.</title>
		<link>http://www.bidweb.com.br/site/trend-micro-classificada-em-primeiro-lugar-em-teste-antimalware/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 12:35:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.bidweb.com.br/site/?p=425</guid>
		<description><![CDATA[Trend Micro Classificada em Primeiro Lugar em Teste Antimalware On-line Realista &#160; &#160; &#160; Teste Não Patrocinado Coloca a Trend Micro no Topo “A Trend Micro atingiu a melhor proteção do download e execução, com total de 96,4” –NSS Labs &#8230; <a href="http://www.bidweb.com.br/site/trend-micro-classificada-em-primeiro-lugar-em-teste-antimalware/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trend Micro Classificada em Primeiro Lugar em Teste Antimalware On-line Realista</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><!-- #mbhome_row1 { width: 502px; height: auto; padding-bottom: 15px; background: url("/imperia/md/images/us/mediumbusiness/row1_background.jpg") no-repeat scroll 0pt 0pt transparent; border: 1px solid rgb(229, 229, 229); }#mbhome_row1 h3 { padding: 20px 0px 7px 20px; margin: 0px; }#mbhome_row1 p { padding: 0px 20px 8px; margin: 0px; }#mbhome_row1 ul { padding: 0px 0px 15px 20px; margin: 0px 0px 0px 25px; }#mbhome_row1 ul li { line-height: 16px; }#mbhome_row1 #top { clear: both; display: block; margin: 0px; }#mbhome_row1 #dottedhorizontalrule { background: url("/imperia/md/images/us/mediumbusiness/horizontal-dotted-line.jpg") repeat-x scroll 50% bottom transparent; width: 665px; clear: both; height: 3px; margin: 0px auto; }#mbhome_row1 #left { float: left; display: block; width: 325px; height: 150px; background: url("/imperia/md/images/us/products/smallbusiness/worry-freebusinesssecurity6/vertical-dot-line.gif") no-repeat scroll right 50% transparent; padding-right: 25px; margin: 0px; }#mbhome_row1 #right { width: 335px; height: 150px; float: left; }#mbhome_row1 #left h2, #mbhome_row1 #right h2 { color: rgb(0, 102, 153); font-size: 15px; padding: 20px 0px 7px 20px; margin: 0px; font-weight: normal; }#mbhome_row1 #left #selectsuitebtn { float: right; margin-right: 15px; width: 176px; height: 50px; background: url("/imperia/md/images/us/mediumbusiness/suite_button.jpg") no-repeat scroll 0pt 0pt transparent; }#mbhome_row1 #left #selectsuitebtn a, #mbhome_row1 #left #selectsuitebtn a:link, #mbhome_row1 #left #selectsuitebtn a:hover, #mbhome_row1 #left #selectsuitebtn a:visited, #mbhome_row1 #left #selectsuitebtn a:active, #mbhome_row1 #right #discoverbenefitsbtn a, #mbhome_row1 #right #discoverbenefitsbtn a:link, #mbhome_row1 #right #discoverbenefitsbtn a:hover, #mbhome_row1 #right #discoverbenefitsbtn a:visited, #mbhome_row1 #right #discoverbenefitsbtn a:active { display: block; width: 176px; height: 50px; text-decoration: none; }#mbhome_row1 #left #selectsuitebtn a span, #mbhome_row1 #right #discoverbenefitsbtn a span { visibility: hidden; }#mbhome_row1 #right #discoverbenefitsbtn { float: right; margin-right: 15px; width: 176px; height: 50px; background: url("/imperia/md/images/us/mediumbusiness/benefits_button.jpg") no-repeat scroll 0pt 0pt transparent; }#mbhome_row2 { margin-top: 10px; }#mbhome_row2 #top2 { clear: both; display: block; }#mbhome_row2 #box_a, #mbhome_row2 #box_b { float: left; display: block; height: 60px; width: 227px; border: 1px solid rgb(229, 229, 229); margin-right: 10px; background: url("/imperia/md/images/us/mediumbusiness/row2_background.jpg") no-repeat scroll 0pt 0pt transparent; }#mbhome_row2 #box_c { float: left; display: block; height: 60px; width: 227px; border: 1px solid rgb(229, 229, 229); background: url("/imperia/md/images/us/mediumbusiness/row2_background.jpg") no-repeat scroll 0pt 0pt transparent; }#mbhome_row2 #box_a p, #mbhome_row2 #box_b p, #mbhome_row2 #box_c p { margin: 15px 15px 15px 20px; }#mbhome_row2 #box_a p a, #mbhome_row2 #box_a p a:link, #mbhome_row2 #box_a p a:visited, #mbhome_row2 #box_b p a, #mbhome_row2 #box_b p a:link, #mbhome_row2 #box_b p a:visited, #mbhome_row2 #box_c p a, #mbhome_row2 #box_c p a:link, #mbhome_row2 #box_c p a:visited { color: rgb(68, 68, 68); }#mbhome_row2 #box_c p a:hover { color: rgb(255, 0, 0); }#mbhome_row2 #bottomparagraph { clear: both; display: block; padding-bottom: 15px; border-bottom: 1px solid rgb(229, 229, 229); height: 125px; }#mbhome_row2 #bottomparagraph h3 { padding: 20px 0px 7px 20px; margin: 0px; }#mbhome_row2 #bottomparagraph p { padding: 0px 20px 8px; margin: 0px; }#mbhome_row2 span.rightalign1 { display: block; text-align: right; margin: 0pt 0pt 1.5em; }#mbhome_row2 #bottomparagraph p .rightalign1 { margin-bottom: 0px; margin-top: 7px; padding-left: 12px; background: url("/imperia/md/images/us/mediumbusiness/list-box-icon.jpg") no-repeat scroll 0pt 4px transparent; clear: both; display: block; float: right; text-align: right; }#sidebar { padding: 0px; border: medium none; }.sidebar_br { clear: both; display: block; background: url("/imperia/md/images/us/mediumbusiness/horizontal-dotted-line.jpg") no-repeat scroll 50% 100% transparent; margin: 0px; padding: 10px 0px; }#sidebar .redarrows { color: rgb(255, 0, 0); font-size: 75%; }#sidebar a, #sidebar a:link, #sidebar a:visited { color: rgb(102, 102, 102); text-decoration: none; }#sidebar a:hover { color: rgb(255, 0, 0); text-decoration: underline; } --></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div>
<div><strong>Teste Não Patrocinado Coloca a Trend Micro no Topo</strong><br /> <img src="http://br.trendmicro.com/imperia/md/content/br/products_personal/ficha_tecnica.jpg" alt="" /><br /> “A Trend Micro atingiu a melhor proteção do download e execução, com  total de 96,4” –NSS Labs Fonte: NSS Labs Consumer Report, Setembro de  2009.</div>
<div><span id="more-425"></span></div>
<div>
<h3><strong>As taxas de detecção dos testes contra ameaças conhecidas estão desatualizadas e são enganadoras.</strong></h3>
<p>A cada 2,5 segundos, uma nova ameaça aparece e, geralmente, é  oriunda da web. É por isso que os métodos atuais usados nos testes  antimalware com PCs e terminais off-line não traduzem a realidade.</p>
<h3><strong>Nova metodologia testa a proteção em ambientes on-line reais</strong></h3>
<p>A NSS Labs desenvolveu um novo método para testar antimalware  contra ameaças usando um ambiente computacional on-line de “mundo real”.  O laboratório realizou de forma independente testes em terminais com os  produtos dos principais fornecedores de segurança e descobriu os mais  altos índices de proteção contra malware. O teste não foi patrocinado  nem contratado por qualquer fornecedor.</p>
</div>
</div>
<div>
<h3><strong>Um Modelo para um Novo Benchmark na Metodologia de Testes</strong></h3>
<p>O TrendLabsSM explica por que a capacidade de bloquear as ameaças  em nuvem está mudando o modo de testar os produtos antimalware.</p>
<div id="report01">NSS Labs 		<strong>Relatório Consumidor </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://nsslabs.com/reprints/9b/EndpointProtection-3Q2009" target="blank"> <img src="http://br.trendmicro.com/imperia/md/content/br/products_personal/btn_reportagem.jpg" alt="Leia Relatório" /> </a></p>
</div>
<div id="report02">NSS Labs 		<strong>Relatório Corporativo </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://nsslabs.com/reprints/9b/EndpointProtection-3Q2009" target="blank"> <img src="http://br.trendmicro.com/imperia/md/content/br/products_personal/btn_reportagem.jpg" alt="Leia Relatório" /> </a></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div id="mbhome_row1">
<div id="bottomparagraph">
<h3><strong>Benchmark da Concorrência em Segurança na Web</strong></h3>
<p>Cascadia Labs prova que a Trend Micro é a que melhor bloqueia as URLs maliciosas.</p>
<h3><strong>NSS Labs prova a Trend Micro é a que melhor bloqueia as ameaças</strong></h3>
<p>A Trend Micro foi classificada em patamar significativamente  acima dos outros fornecedores de segurança devido à sua exclusiva  proteção em camada cliente-Internet, da Trend Micro™ Smart Protection  Network™. Ao bloquear as ameaças em nuvem antes de chegarem aos  terminais, a Trend Micro fornece uma melhor proteção a seus clientes –  de consumidores domésticos e pequenas e médias empresas às maiores  empresas corporativas.</p>
</div>
</div>
</div>
<p><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.bidweb.com.br%2Fsite%2Ftrend-micro-classificada-em-primeiro-lugar-em-teste-antimalware%2F&amp;send=true&amp;layout=standard&amp;width=450&amp;show_faces=true&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;font&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe></p>
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